Bensé - Album 2009

Salut tout le monde! Estou em débito com vocês meus caros leitores. As postagens andam lentas, ando meio cansado e me falta paciência para fuçar informações e escrever e escrever, ai ai. Bem vamos terminando setembro finalmente com este que figura entre a novíssima safra de representantes do folk-rock francês, o Bensé. Sua música é realmente boa e por acaso, descobri-o em minhas andanças virtuais. Outro grande achado. Seu nome completo é Juien Bensé e ele nasceu em 18 de Abril de 1980, na cidade de Nice. Vindo de familia de origem Argelina, ele cresceu em meio à um ambiente familiar repleto de musica, aprendendo ainda adolescente a tocar violão. Bensé sempre demonstrou pouco afeto pelos estudos, sempre direcionando para as baladas e a música. Após o termino dos estudos que culminou com a obtenção de um diploma de direito, sai de Nice em 2002 instalando-se em Paris. Bensé começa sua carreira cantando em pequenos bares, de bar em bar acaba que um dia topa com o cantor Teté, outro grande nome da musica francesa atual, porém com mais estrada que o ele. Nosso jovem artista, aos poucos vai galgando os degraus rumo a sua realização profissional aumentando a quantidade de apresentações nos grandes palcos como no Le Réservoir, Le Divan du Monde, La Flèche d'Or, La Cigale e mesmo na televisão. Bensé participa de outros eventos musicais, apresentando-se em festivais de repercussão, porém foi apenasno La Scène Bastille que Bensé é visto por um representante da Universal Publishing e asim descobeto finalmente. Albgum tempo depois, ele assina contrato com a Naïve Records, a mesma gravadora da Carla Bruni. Em maio de 2008 Bensé lança seu primeiro disco, intitulado apenas de Album, juntamente como primeiro single Au Grande jamais, que obteve considerável sucesso nas radios. Gravado em 15 dias, no studio de la Frette em Paris, um solar antigo. Esse disco é inspirado na obra Cem anos de Solidão, do escritor colombiano Gabriel Garcia Marquez, o título do disco é justamente a representação de um album de verdade, um álbum de fotografias de familia que é a vida, álbum esse que pode ser interpretado em cada musica, realmente muito criativo. Podemos perceber instrumentos diversos neste trabalho como a marcante gaita de boca juntamente com uma poderosa bateria, violão e baixo típicos dos anos 60, celo e piano de meados do século 19,
Este primeiro disco mescla melodias caracteristicamente anglo-saxãs bem harmonizadas com letras cheias de sentimento, enriquecidas por serem cantadas em francês, com partes em espanhol e inglês também. Album é um disco muito gostoso de se ouvir, suave, alegre as vezes, nostalgíco, melancólico também, emocionante, de musicalidade agradável, com arranjos bem colocados, feitos ao vivo, que dão à este trabalho um semblante de originalidade e bom gosto na escolha das faixas e na produção de cada faixa. Tal fato se deve à influencia musical do Bensé, Bob Dylan & the band, Cat Stevens, Bruce Springsteen, Neil Young ou Nino Ferrer. Album é definitivamente um disco a se ouvir. Realmente o disco inteiro vale a pena, mas vou destacar algumas faixas em especial, Au grand jamais e Mon frère por serem singles, nao perdem seu brilho, Petite e Après nous, com participação da cantora Rose e Dans ma soucoupe, em parceria com o Teté, sensacional. Deixo-os apreciar e opinar. Página Oficial: www.benseonline.com


Download do disco aqui.

PS: Vale lembra que esse disco foi reeditado esse ano, sendo a ele incorporada a faixa
Quand Je mache. Desculpem, mas essa versão éa simples, com 12 faixas, a 13ª nao está inclusa, caso eu ache, posto aqui cero? Desculpem pelo engano.

Au grand jamais para vocês conferirem


Etienne Daho - Singles (1998)

Olá pessoas, mais uma atualização, demorei, na verdade ando sentindo certa dificuldade de fazer várias postagens como antes, bem, buscarei sempre postar 3 por mês. Vamos lá, a bola da vez é esse disco que realmente me agradou, Daho Singles é realmente um disco a se descobrir. A primeira vez que ouvi o Daho foi em 2000 pasmem através da compilação Génération Française 3 lançada em 1998 e contabilizava as produções francesas mais recentes daquela época, disco esse que revolucionou minha vida, pois eu conhecia pouquíssima coisa de música francesa produzida nos tempos atuais ;-)
Bem, vamos conhecer nosso artista antes certo? Monsieur Daho, nasceu em janeiro de 1956, na cidade de Oran, Argélia. Mudou-se para França por seu pai ser militar e precisar mudar-separa Rennes, onde a familia se estabelece, o pai esteve ausente, e ele cresceu junto com a mãe e sus duas irmãs. Etienne sempre gostou de rock e pop inglês, é tanto que sua carreira começou após, durante a vida academica no curso de lingua inglesa, engarjar-se em campanha para unir dois grandes nomes da música francesa dos anos 70, os Stinky boys. Empolgado e encorajado pelos contatos feitos, durante esse empreitada,Daho decide adentrar na cena musical, participando do Transmusicales de Renne, evento de música atual, internacionalmente reconhecido, que acontece na cidade de mesmo nome, desde 79. Daho cantou com o grupo Entre les deux fils dénudés de la dynamo, depois se apresentou sozinho em 1980, no ano seguinte ele lança seu primeiro disco, intitulado Mythomane(1981), esse disco nao conheçeu sucesso considerável, apesar de bem recebido pela critica e só copnseguiu o reconheciemtno devido alcançando certificação de disco de ouro quinze anos depois. O sucesso só veio com La notte, la notte de 1984. Daí por diante Daho segiui uma sólida carreira, predominando um pop marcante e adulto acima de tudo. Esse disco contem pérolas da carreira do Daho, que com certeza vão agradar a todos os apreciadores de boa música. Aqui temos uma mistura competente de pop, um pouco de rock as vezes, alémn da presença do new wave, eletrônico, um pouco de funk e drum'bass, muito bom mesmo. Esse álbum é realmente um disco de músicas marcantes como por exemplo ideal, faixa número 1 do disco, seguida de Sur mon cour, em versão ao vivo e texto de Jean Genet. Le Premier jour é outra memorável, adaptação de Ready or not da Sarah Cracknell, cantora do Saint-Etienne, pra lá de agradável. Ainda temos Soudain, suave e delicada, com cara de noite estrelada e drinks em um piano-café a beira mar (viajei!!), Jungle pulse é outro título que vale a pena destacar, como uma cara mais de balada, bem animada em versão single remix e Mon manège à moi, versão anos 90, cantada originalmente pela saudosa Piaf. Este jovem e sofisticado senhor, nome consagrado da música francesa contemporânea, inspirado pelo Velvet Underground e pela talentosa Françoise Hardy, tem muito a mostrar e vocês a descobrir. Nesse disco só faltou a música Me manquer do álbum Eden de 1996 que me foi apresentada no Génération Française, mas eu perdou ;-)


Donwload do disco através desse link aqui

Clip da música Ideal para vocês conferirem


Amandine Bourgeois - 20m2

Oi Gente, demorei a atualizar setembro, mas estou aqui. Desta vez lhes trago uma artista por mim descoberta recentemente e acredito que vão gostar muito dela. Amandine Bourgeois figura em meu player no momento e sinceramente estou gostando muito dela, uma artista a descobrir!
Vencedora da sexta edição do Nouvelle Star, Amandine bourgeois vem com uma proposta musical criativa, irreverente, fugindo dos tradicionais perfis impostos por esse programas caça-talento. Me surpreendi quando baixei seu disco e comecei a ouvi-lo e me agradei bastante, um verdadeiro achado! Dona de uma voz incomum, bem marcante e possante, Amandine já tem certo tempo de carreira, possuindo apenas um único álbum lançado em junho desse ano, álbum esse que recebeu certificação de disco de ouro na França, com 50 mil cópias vendidas.
Nascida em
12 de junho de 1979 em Angulême, França, filha de pai guitarrista e mãe enfermeira, Amandine começou sua vida profissional no ramo da hotelaria, mas nao ficou satisfeita com tal profissão, decidindo-se pela música como próxima alternativa. Ela começou sua carreira artistica tocando em bandas como a Zia(funk-soul) e o grupo de pop-rock Tess, passou por outros grupos e eventos de música, utilizando como marca registrada a improvisação e rearranjamento das canções. Em 2007 foi chamada para integrar o Casting da Nouvelle Star. Amandine já contava com seu My space e ai divulgava suas produções. Nossa artista destacou-se durante todo o programa cantando hits de nomes consagrados como Bod Dylan e Rita Mitsouko. Ao final da competição, vence o programa, tornando-se a Nova Star de 2008, assinando em junho de 2008 contrato com a Sony Music, para gravação e produção de seu primeiro disco, lançado um ano depois. Ela realmente tem talento, mereceu o prêmio, uma voz poderosa, que se destaca no meio de tantas
irrec
onhecíveis.
20m2, nome de seu primeiro disco, reúne canções memoráveis com letras inteligentes, produzidas por grandes nomes da música francesa como La Grande Sophie, Etienne Daho, Alain Bashung, além claro de composições suas também, verdadeiras crônicas poéticas, que ilustram momentos da vida de uma jovem mulher dos dias atuais, que confia sucessivamente suas convicções, dores, crenças e seu humor louco ao ouvinte. Tudo isso regado a um delicioso mix de jazz, folk, blues e rock. Esse disco deve com certeza agradar a vocês leitores que curtem boa música como eu.
Vou destacar os hits Chacun son truc, L'Homme de la situation, que virou single, Tant de moi, segundo single, é outra composição bem produzida que prende o ouvinte, seguida de les Loutics, divertida e irreverente. Está mais que aprovado, viajei nesse disco, sabe dá pra ouvir tranquilo numa roda de amigos conversando, com uma mesa cheia de vinho, queijos e outros deliciosos tira-gostos ;-). 20m2, que por extenso fica Vingt mètres carrés, vinte metros quadrados, é realmente um disco a se descobrir. Querem conhecer mais notre chère bourgeois? www.amandinebourgeois-officiel.com


Baixar o disco aqui
O arquivo está no formato bloco de notas, você abre e copia o link que está lá e cola no seu navegador e dá enter.

Video-clip da musica L'homme de la situation


Various Artists - L'amour 2008

E encerramos o mês de agosto, que por sinal está atrasadíssimo, com essa coletânea lançada recentemente pela Som Livre. A maioria de nós, antes do advento da internet, só conhecia músicas francesas de décadas anteriores, tendo pouquíssimo ou nenhum contato com produções atuais. me sinto lisonjeado diante dos elogios em oferecer a oportunidade de muitos internautas. Brasil a fora a conhecer algo mais que "os da antiga", o trabalho com o blog tem sido gratificante. Eu particularmente já fui menos fã dos antigos hits, mas hoje tenho uma visão melhorada, reconhecendo seu potencial artístico e cultural. essa coletânea escolhida para hoje se chama L'Amour,Amore,Amor e reúne clássicos das música francesa, italiana e hispânica dos últimos tempos. Lembrando que as francesas sempre são defasadas, representadas por no máximo hits dos anos 80. Mas, o que esperar de uma empresa como o Globo, com sua sensibilidade? ;-)Lembrando que o disco aqui criticado é o primeiro, intitulado L'amour.
Bem, em todo caso já ajuda a divulgar um pouco mais o francês, visto ser uma novidade, uma aluna minha encontrou a coletânea disponível nos camelôs, (risos), está acessível ao grande público.
Bem eu a escolhi pela seleção de artistas, que ficou boa, porém não excelente e vou dizer porque. Ela começa com Tous les visages de l'amour, versão do ainda vivo e competentíssimo Charles Aznavour que nos apresenta uma bela versão da música She, gravada por ele em 1974, regravada mais tarde em inglês, por´porém sem grande sucesso e regravada, em1999 pelos Elvis Costello, para trilha sonora de Nothing hill onde ganhou grande projeção. Em seguida temos a sensual e polêmica Je t'aime moi nom plus, em dueto com o Serge Gainsbourg e seu par, a cantora Jeane Birkin. Esse hit gerou polêmica no final dos anos 60. Femme como Femme, do memorável e ainda vivo Adamo, nos brinda com uma belíssima melodia, sucesso no Brasil em meados de 1969/70. Capri c'est fini é a próxima, cantada pelo Hervé Vilard, tornou-se hit do verão de 65, passando a ser conhecida em outros países. La question, dá seguimento ao disco, um das mais belas selecionadas, é a faixa 2 do 11º disco da Françoise. Produzida com ajuda de uma amiga brasileira, chamada Tuca, já falecida, La question é um hit que vale a pena conferir e pasmem fez parteda trilha onora da novela Selva de Pedra!! :-O. Ne me quitte pas, é a próxima faixa, sendo apresentada a versão original de Jaqcques Brel, algumas coletâneas pra download na internet anunciam que é o Gilbert, mas eu conheço o Brel onde quer que eu esteja ;-), poucos conseguem sua dramaticidade. E vamos em frente com a faixa 7, La vie en rose, que nessa coletânea é uma versão em inglês do Louis Armstrong, nada contra ele, mas o que ele faz num disco de música francesa? Só a Som livre, uma empresa da Globo pra tratar com esse desleixo a música francesa, estive no site e nada de informação sobre esta coletânea estava disponibilizado. Bem vamos em frente, desta vez com Un jour, tu verras, da saudosa e talentosa Maysa, cheia de emoção e um ar de tristeza, essa música Georges Moustaki é o próximo artista a figurar nesta coletânea com a famosa Joseph, com vocais femininos de fundo e a sua marcante voz serena um som sessentista que nos leva pra longe no tempo, até 1969 Noussa! Pasmem ele fteve un affair com Piaf e escrveu-lhe uma de suas músicas mais famosa, Milord. La chanson pour Anna é a próxima faixa, toda instrumental, é uma gravação do Pierre Brachelet, triste muito triste essa música. Emmanuele song é a faixa 11 e sinceramente não é uma de minhas preferidas, não gosto da melodia dela. L'amour est bleu, hit instrumental do orquestrador Paul Mauriat famoso por suas produções sofisticadas, também entrou na tracklist, a meu ver contribuiu pouco, outra música instumental, noa empolga quando se quer ouvir o idioma certo? Que é isso, que falta de imaginação. Continuando sem falar que somos agraciados a dramática e antiquada Dolannes melodie, que mais parece tema de novela mexicana das antigas, decepcionei! Para terminar o disco temos L'hymne à l'amour da Piaf em uma versão nao remasterizada com audio bem ruizinho, que sinceramente não empolga. Eu teria colocado músicas mais significativas nessa coletânea, mas o que esperar da Som livre não é? Bem, pleo menos valeu a tentativa, nunca é demais uma coletânea de música francesa.
Vou dar só 3 estrelas, nao acho que valha mais que isso.


Baixe o disco aqui

Deixo-vos com uma das músicas que mais gostei desse disco. La question, Françoise Hardy


Damien Saez - Jours Étranges 1999

Oi gente! Me desculpem a demora nas atualizações, me faltou inspiração. Bem mostro-lhes agora considerações sobre Jours étranges do Damien Saez. Conheci o Saez através de um video-clip, que na época passava no canal, TV5. Graças à uma fita de vídeo gravada por um professor amigo meu, tive a oportunidade de conhecê-lo, pela primeira vez, através da musica Jeune et con, que tinha a menininha vestida de anjo, pulando na cama elástica e um monte de jovens franceses em situações diversas. Oficialmente chamado Damien Saez, nosso artista nasceu em 1º de agosto de 1977 em Saint-Jean-de-Maurienne (Savoie). Autor-compositor-interprete e instrumentista, possui uma carreira sólida e marcante. Apresentando-se mais no estilo rock principalmente, porém varia as vezes entre o pop, a música de variedades, com textos marcantes adornados pelas batidas eletrônicas de quando em vez. vale lembrar de certas pitadas de instrumentos em uma roupagem mais musica clássica.
Ele surgiu na cena musical francesa em 1999 com o single Jeune et Con, primeira faixa desse disco. Mas, muito antes já demonstrava interesse por esse universo, compondo e tocando em pequenas produções. Os demais títulos desse disco não ficam atrás e demonstram criatividade a partir de união de letras cheias de lirismo e rebeldia juvenil pós-adolescência, à baladas e um rock. Estiloso e bem arranjado Jours Étranges é um disso que tenciona entre o melancólico para o sombrio as vezes, nos levando por uma atmosfera marcante. A voz do Damien é um mix de inocência e intensidade de um jovem adulto, culminando com uma sonoridade estridente em alguns momentos. Bem divulgado nas radios e canais de música, esse disco chamou de imediato a atenção do público. É interessante observar que o Saez divide vários sentimentos que são comuns à geração da época, que como ele cresceu após os anos de tensão entre soviéticos e americanos, e a morte das ideologias proclamadas pelas elites. a reivindicação da antiga canção francesa é outro ponto importante desse disco. Ficou bom, mesmo com certa falta de estética.
Não vou mentir que o pop é mais minha cara que o rock, mas de maneira alguma poderia deixar o Saez fora do blog, visto a qualidade de suas músicas. Jours étranges alcançou boa vendagem, alcançando marca que lhe conferiu o título de Duplo disco de ouro e artista revelação do ano pro Saez no Victoires de la Musique de 2001. Os destaques vão para as faixas Jeune et con, Sauver cet étoile, tensa, mas com um fundo eletrônico que ficou muito bom. Je veux m'en aller é outra proposta interessante do disco, merece destaque, Crepuscule é outra faixa que vale a pena ouvir, seguida de Soleil 2000. Jours étranges, um disco cheio de poesia, de letras marcantes. Descobram-no.


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Vídeo da música Jeune et con:


Alexandre Varlet - Dragueuse de fond 2003

Ça va? Olá pessoas, a quanto tempo einh?! Peço perdão pela demora, mas infelizmente tive pendências em minha vida acadêmica e profissional a resolver. E mesmo precisei de um tempo para me decidir por quem postar, são tantos nomes. Dentre eles eu vou destacar um artista que manda muito bem, ele se chama Alexandre Varlet. Este é seu segundo álbum, um verdadeiro achado para quem deseja conhecer mais e mais a música francófona, especialmente a francesa visto que nosso cantor é francês.
Dragueuse de fond é um disco de letras intensas, de musicalidade um pouco sombria, retocada por uma instrumentalização elaborada e a voz marcante e grave de Alexandre, porém predomina-se
um estilo que mescla rock-folk. Eu só precisei ouvir uma vez para me agradar, uma pena que seu trabalho seja pouco divulgado, apesar de muitos fãs estarem surgindo. É raro informação sobre ele. Fiz uma maratona por sites pra descobrir algo a mais sobre nosso jovem talento.
Após um acidente que quase o leva a morte, Alexandre varlet envereda-se pelo caminho da música, lançando-se timidamente no cenário artistico, lá por volta de 1998, com o disco 'Naïf comme un coteau'. Após o rompimento com sua gravadora, devido a questões de vendas, ele viria a lançar um novo álbum apenas em 2002, dando a luz a esta pérola, chamada Dragueuse de Fond. Destaco as faixas Le Q dans da coquille, Parfume, Lune rousse acoquinée e Ce jour (a quoi rien ne ressemble). Esse disco eu aconselho, vocês, apreciadores de boa música, serão certamente arrebatados pela melancolia contagiante do Alexandre e se deliciarão com sua poesia em forma de canção. Atualmente ele esta envolvido em projetos como a trilha sonora de um documentário Howwarah, une famille en palestine.
Página oficial: http://www.alexandrevarlet.net/index.php?cat=3


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Tudo desse cara é difícil, não achei um clip sequer desse disco nossa! Aqui vai uma apresentação da faixa Espèce de chien:



Julien Doré - Ersatz 2008

O que dizer de um dos nomes mais recentes e controversos da música francesa atual? Inovador, cheio de vigor, as vezes maluco, mas ainda sim interessante! E de quem vos falo, Julien Doré, vencedor do Nouvelles Star de 2007, gente quanta informação li sobre esse cara, que começou a cantar um dia desses!
Julien doré nasceu em 7 de julho de 1982 em Alès. Ele começou jovem, está na estrada desde 2002, possuindo também experiencia como ator seu forte mesmo é a música. Antes de tentar o Nouvelle Star, já possuia uma chamada The Jean D'Ormesson Disco Suicide e em seguida criou outra a Dig up Elvis. Inicialmente ele apenas busvaca notoriedade para sua banda, mas acabou que ele agradou a produção do programa, mesmo os jurados nao gostando de seu estilo, ele continuou e fez apresentações memoráveis de artistas consagrados como o hit Like a virgin da Madonna numa versão Jazz, Moi..lolita da Alizée, Les Bêtises de Sabine Paturel e na última audição You really got do The Kinks entre outras tantas, tudo isso ao som de sua voz à la Alain Bashung/ Dutronc bem peformática. O cara caiu no gosto popular e ganhou a final. O 1º disco veio em seguida mas sem a formulação barata de outros, o jovem artista teve condições de criar algo original. O que é interessante na musica do Doré, é que ele consegue imprimir um cara própria, esse disco é um trabalho bem original se você comparar as produções de 'astros' recentes que cantam clichês, com temáticas bobas num formato bem comercial. É interessante ele vai de músicas mais comerciais, obedecendo a um formato mais audível e popular como a bela Acacia e Figures Imposées, (realmente linda) às mais inovadoras e irreverentes como Ss in Uruguay e Des mots , cantada em parceria com o Arno. Um aspecto válido nesse álbum é a introdução de instrumentos, muito diversificados, como a unkuléle, tipo um cavaquinho havaiano, realmente ficou muito bom! Ele fica entre um pouco de Faroeste americano, folk, Radiohead, de acústico com um violão bem acentuado, tudo isso acrescido de uma pitada de pop e irreverência. Por falar em irreverencia ele canta em inglês também, na faixa Pudding Morphina com participação do consagrado cantor do anos 70 Christophe.
Curiosidades sobre o disco: o 1º single versão Rock de Moi..Lolita saiu em agosto de 2007, o segundo foi Les limites, com um clip paródico, esse segundo single foi muito esperado, pois o disco já era aguardado, a pressão do público ansioso é grande viu, bem Ersatz saiu em Junho de 2008 com um encarte sofisticado em dois tons diferentes um mais azulado outro mais esverdeado, o que postei como referência da postagem e conteúdo diversificado. Bem além de tudo tenho que admitir que o cara é bonitão viu, coisa que ajuda na carreira de qualquer cantor, característica que lhe rendeu o título de homem mais sexy de 2007 pela revista Elle. Sinceramente? Este disco vai quebrar com qualquer conceito de música antiquada que vocês possam ter, Julien Doré um artista a ser descoberto! Estilo: Folk, Rock, Música alternativa. Site oficial: www.juliendoreofficiel.com/


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Confiram Les bords des mer, com um clip em preto e branco. Música melancólica e voz pesada.



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