Yelle - Je veux te voir [single] 2006

Singles são raros aqui no blog, consegui mais um pra postar aqui e finalizar o mês de junho Je veux te voir foi o grande sucesso de nossa divertidíssima Yelle, que figura entre os artistas que conseguiram projeção mundial sem cantar em inglês. Viva! Ela merece ter esse trabalho postado aqui. Esse single foi lançado em 28 de outrubro de 2006 pelo selo Source e contem 4 faixas, Je veux te voir, em versão normal, Je veux te voir em versão Disco D Remix, que lembra o pancadão típico dos bailes funks brasileiros, A versão Club-Club como o próprio título diz é bem clubber, com uma batida clássica, acelerada mesclada a efeitos de que lembra festas eletrônicas e a oitentista Jogging com uma batida eletronica completamente inspirada da música eletronica dos ano 80 nos levando a mil novecentos e oitenta e alguma coisa.
Vale lembrar que esse single teve uma outra versão, lançada contendo o clip de Je veux te voir e outras versões da faixa sem Jogging, contendo encarte diferente e data de lançamento também. O problema da Yelle é em alguns momentos a voz dela cansa mesmo, a alguns ouvidos parecerá inaudível devido a seu tom agudo e a velocidade das músicas. Para quem curte a diva do electroclash ai como luva no toca discos de qualquer um, eu curto bastante, são muito divertidas as músicas dela. O interessante é que essa música, cheia de gíria e palavrões é resposta ao machismo contido nos grandes hits musicais lançados atualmente em especial no rap e no r'n'b e à música do TTC.


Link para o single via e-mail ok? ;-D

Vídeo de Je te voir, o anterior foi desabilitado

Coralie Clement - Toystore 2008

Sinceramente?? Eu não compraria original. Toystore, terceiro disco da Coralie Clément, lançado em outro do ano passado, foi uma boa e promissora escolha para postar no blog, mas ao contrário de minhas espectativas, me decepcionou um pouco depois das primeiras faixas. Na verdade o disco alterna algumas faixas interessantes e muitas não tão interessantes assim, uma pena, visto que ela finalmente soltou a voz, parou de miar e canta feito gente, (risos). Nem sempre os discos postados aqui são maravilhas, e esse é um deles. Lamento por minha crítica negativa que pode se dever a resquícios de uma influência pop, mais comercial. Bem, ainda sim é minha opinião, vocês leitores podem discordar ao baixarem e ouvirem o disco, quanto a mim, já ouvi o suficiente e tenho minha opinião formada. Este é um disco de faixas mornas, quase frias que na verdade não empolgam tanto, ele mofaria na minha discoteca. Talvez seja porque ela ter escolhido uma instrumentação minimalista, como a rabeca e a corneta e uma musicalidade menor ainda (risos), além de outros instrumentos, que bem da verdade deram mais espaço para a voz da Coralie, que realmente aparece, mas que criaram um som desestimulante. A ritmação das musicas não marca de maneira positiva, temos uma forte influência da musica brasileira, o que salva as faixas iniciais, em contrapartida temos ritmos desagradáveis como em Le baiser permanent, com sua sonoridade desagradável, On ètait bien é chatinha, uma tristesa marcante, Houlala, Oh lah lah, estressante com seu lá, lá, lá que dói nos ouvidos, La Reine des pommes lembra música brega dos anos 70, chata, sem emoção, odiei! Paris, dix heures du soir, lembra as divas dos anos 60 e 70, mas nao agrada muito, mais falada que cantada nao me emocionou o bastante para amá-la, fico com a Brigitte Bardot, a Jane Birkin, a Sheila e tantas outras. So long babylone, que de inglês só tem o título, é outro fracasso, Coralie Clement tu m'énèrve!!! Moça você tem talento, mas não foi bem dessa vez. Quanto à temática de casos de amor as vezes marcados pela doçura as vezes pelo amargor, não convence, uma musicalidade boa conta muito e o disco não preserva esse elemento em todas as faixas.
Gente se eu mostrar essas músicas na minha sala de aula, eu perco a turma, (mais risos), o que deu nela??!! Bem, música provoca sensações pessoais, alguns adoram outros odeiam ou se decepcionam, eu sinceramente fico com a 3ª opção.
Apesar de tudo o disco tem seus méritos e os destaques vão para L'effet Jokari, um bom começo para o disco, C'est la vie, simples, mas bem harmoniosa, com um toque bem Rio de janeiro, bossa nova, enfim. Ainda temos Share de day, cantada em inglês, porém não menos emocionante, com uma sonoridade triste, melancólica, com certeza uma das melhores faixas do disco, emocionante. Je ne sens plus ton amour, com participação do Etienne Daho é outra boa indicação, uma música bela, que une ritmo e timbre vocal de ambos com qualidade. Sono Io, da Chiara Mastroianni, é toda cantada em italiano e acompanhada por um acordeon que nos leva longe europa adentro, fronteirando entre França e Itália. O disco finda muito bem com a triste E saudosista Tu seras à moi, outro titulo que salvou o disco. Bem é isso. Ah outra coisa ruim, ela é até gatinha, mas A foto da capa do disco é horrível!


Link para para o disco via email, vcs já sabem.


Various Artists - Putumayo presents French Café 2003

French Café é um passeio pelos românticos cafés e pelas ruas da cidade luz, uma coletânea que reúne o clássico e o moderno da música francesa típica, um disco de conteúdo consolidado, apresentando um casting de artistas da mais alta qualidade, nos proporcionando um panorama da música francesa típica, de ontem e de hoje, variando entre a chanson française, o gypsy jazz e a musette.
Apesar de todas as boas referencias, o que de anos 50 e 60 pode não agradar as novas gerações, acostumadas às batidas sintetizadas e às mecanizações dos novos estilos. Incluindo performances de nomes consagrados como Serge gainsbourg, que interpreta Marilou sous la neige com sua inrreverência, o George Brassens, um dos grandes nomes da antiga música francesa, com seu sotaque carregado, ainda temos as sensuais Brigitte bardot, ícone de beleza e sofisticação dos anos 60, com seu "yé-yé" inconfundível e Jeane Birkin com sua voz de ninfa,interpretando a estranha Elaeudanla Téïtéïa . Além desses temos Barbara, interpretando Si la photo est bonne cheia de melancolia e saudosismo de décadas passadas. Unidos a esses grandes interpretes temos a nova geração que acrescenta um brilho todo especial à nova música francesa, a exemplo de Paris Combo, com dois título nesse disco: Fibre de Verre e On N'a Pas Besoin, Sanseverino, Polo, são oputros nomes promissores, Coralie Clement com sua La Mer Opale interpretada por sua voz diafana nos enche de calma e extase, contamos também com a participação da exotica ENzo Enzo cantando Juste Quelqu'un de Bien e Mathieu Boogaerts com sua divertida Ondulé uma das melhores faixas do disco, irreverente com um balanço gostoso, só falta um café agora. E vocês podem perguntar por que French Café, bem, Paris torunou-se um epicentro da cultura dos Cafés, lugares que atraiam boemios, artistas da smias diversas denominações, revolucionários e trabalhadores. Um porção da sociedade cheia de ideias, fervorosa por mudança, por diversão, pór emocionar e emocionar-se, ai está o brilho dos Cafés, nada mais que justo que se elaborar uma coletânea que pudesse nos transportar para esse ambiente tão rico em diversidade e sonoridade. Um encantador séjour pelos Cafés de Paris. Querem conhrecer mais do Putumayo www.putumayo.com


Link para dowenload do disco via email

Aqui para vocês conferirem Ondulé do Mathieu Boogaerts, foi dificil selecionar o vídeo de alguém, mas a música do Mathieu me consquistou ;-D

Teri Moïse - Album tracks (1998)

O que dizer da diva negra da musica francesa? Perfeita, apaixonante, emociante! Album tracks, segundo e último álbum lançado pela talentosa Teri Moïse é item indispensável na discoteca de qualquer admirador de boa música. Independente do ouvinte possuir algum domínio sobre o idioma galício, precisa conhecê-la, pois esse disco rompe fronteiras lingüísticas, apresentando uma seleção de músicas pra lá de cativantes, cheias de conteúdo, de poesia e brilho que só verdadeiros artistas possuem. Definitivamente Teri Moïse é um deles.
Album tracks, nome no mínimo estranho para um disco, apresenta uma instrumentação e arranjos bem simples, nada de extremamente sofisticado, porém aí é que reside a sofisticação do disco, simplicidade que faz a diferença que traz elementos que nos fazem lembrar da música pop dos anos 60 e 70 tudo isso aliado a um violão muito bem colocado, dando um sonoridade adulta e bem pessoal à esta produção discográfica de qualidade.
os destaques vão especialmente para as faixas 3, Stars, muito linda, que teve apenas um single lançado, sem clip, o que é uma pena, visto a qualidade deste hit, simplesmente linda, envolvente do inicio ao fim, e merecidamente possui uma verão bônus em uma das edições do disco. Em seguida destaco Une place pour elle, um música simplesmente doce, de uma sensibilidade tocante, digna de series de televisão, produções cinematográficas e o que mais vier, acredito muito que tenha algo da Teri, que se refira a si mesma, nao sei, material sobre ela é raro ou não tem detalhes, muita coisa é suposição no que tange ao significado da letras. Mas ela é Linda! A voz da Teri Moïse é realmente poderosa, intensa, marca fundo a alma, nos levando a pensar na vida, mesmo pelo clima melancólico das letras, muito expressivas. Preciso destacar ainda a maravilhosa Fais semblant, que possui um clip bem criativo, fora dos clichês tradicionais dos blockbusters musicais ;-) até nisso ela tem bom gosto, além desses hits menciono L'air du temps e Encore fou, duas faixas também de qualidade.
Apesar do sucesso, dos shows e premios conquistados Teri Moise sumiu do cenário musical, não lançando nada novo a exatamente 10. Nao descobri nenhuma noticia recente dela. Ah esse disco apesar de muito bom, vendeu pouco e alcançou posições lamentáveis como #54 na França, e os singles, bem só fais semblant que conseguiu posição melhor chagando a #28. Acredito que a pouca divulgação tenha colaborado para esse resultado negativo, acho que Teri nao ligava muito para essa questão de posição ou estrelato. Mais sobre a Teri: www.rfimusique.com/siteen/biographie/biographie_6211.asp


PS: Download do disco via download, a vale lembrar que esse album não tem nome, a empresas discográficas deram o nome de album tracks e ele possui uma verão com disco bonus contendo videos e entrevistas, um verdadeiro tesouro!

Clip da música Fais semblant:


Bénabar - Infréquentable 2008

Um disco inusitado, um cantor de estilo incomparável visto sua música inigualável. Figurando entre os novos nomes da música francófona contemporânea, Bénabar, de nome Bruno Nicolini, nascido em 16 de junho de 1969, em Thiais, cresceu todavia, na periferia parisiense e tornou-se cantor ao acaso, graças ao pedido de um amigo que lhe escrevesse letras de música, até que um dia ele mesmo decidiu lançar-se no meio musical, adquirindo seu nome artístico através do trocadilho do nome Barnabé, como chamam na frança, o Verlain, forma de gíria que utiliza a inversão de sílaba e letras de um nome pra formar um outro, e assim temos Bénabar. Começando, timidamente, ele hoje assume um papel importante na música francesa.
O que mais me chama a atenção é como esse disco me conquistou, eu o vi em destaque no site www.amazon.fr e resolvi baixar, porém, já havia tido contado com o Bénabar a algum tempo atrás através de uma revista, Le nouvel observateur, que trouxe, em uma de suas edições um dossiê sobre a música francófona atual, sem falar na coincidência em encontrá-lo no método de que usei na turma de francês III , na verdade ainda uso, tem uma música de Bénabar lá, Y a une fille qu'habite chez moi, um de seus grandes sucessos quase não o postava, Bénabar não tem uma música fácil, nada comparável a nível de Brasil, realmente configurou-se como um desafio escutá-lo até o fim e julgá-lo com honestidade que lhe é devida, seria injusto simplesmente falar mal, baseando-me na não tão boa recepção de sua musicalidade. Ele é tipicamente francês, tem algo consigo que nos remete imediatamente às terras galícias.
Nas palavras de Loïc Picaud, Bénabar é um palhaço triste contador de historias engraçadas. e Infréquentable comprova este fato, é um disco alegre mais capaz de nos fazer é sem dúvida um disco memorável, bem arranjado, cheio de emoção, divertido, mas capaz de nos fazer pensar nas coisas do dia-a-dia. Infrequentable, repinta o universo de Bénabar unindo cordas e ao que parece uma panderola ou algum instrumento de percussão a letras de teor amargo, porém interessante, falando de temas ligados ao cotidiano, aos amores, às coisas simples que ganham um tom todo especial. Os destaques vão para L'effet papillon primeiro single e música de abertuda do álbum, muito boa com um refrão fácil de assimilar, Pas du tout, muito divertida, ela me pareceu com alguma musica que já escutei, tive um déjà vu quando a ouvi pela primeira vez, Les números, é outro hit memorável, além desse não podemos esquecer Voir sans être vu, muito bem arranjada, porém triste e melancólica. Depois de tudo isto vem a parte ruim, é preciso falar da parte ruim, pois nem tudo são flores, existem as decepções, como a inaudível Infréquentable, última faixa do disco que não agradou mesmo, não pela letra, mas pela sonoridade, ainda temos Tout vu, tout lu, que também deixou a desejar em sonoridade, no demais eu gostei muito do álbum! Está marcando esse meu período de estágio para conclusão de curso, oh lah lah estou correndo que nem louco! Querem conhecer mais sobre o Bénabar? visitem http://www.benabar.com/ ;-)


Se quizerem o disco, bem, fiquem a vontade para solicitar o link, via e-mail ok, 1 abraço e perdão pela demora!!

Video de l'effet papillon, primeiro single lançado


Emmanuel Moire - L'Equilibre 2009

Começamos Maio meio atrasados, visto meu pouco tempo, Abril fica com apenas 3 postagens, tentarei compensar, ando trabalhando muito, mas vamos em frente, o Musica Francófona não pode parar!!! Manu, mon cher Manu está de volta, com seu recém lançado L'Equilibre, que nos convida à uma nova construção de sua música investindo no eletrônico, construindo um trabalho digno de ser ouvido e prestigiado.
Essa nova geração de artistas descobertos em reality shows, musicais e coisas do gênero passam atualmente por sérios problemas para se firmar e consolidar sua carreira. E a que isso se deve? Bem, muitos são desacreditados pelo grande público, nosso país está cheio de talentos que não emplacam por serem discriminados muitas vezes pela própria mídia. Parece que não são artistas de verdade, parecem não ter talento, a não ser o que foi ensino nos programas, enfim, não sei bem a razão. No cso do Manu, seu lançamento via Le Roi Soleil em 2006 lhe valeu um disco e uma carreira bem sucedida inicialmente. Vendgem considerável de discos e muitas apresentações bem sucessidas, Emmanuel Moire saiu dos palcos do teatro para o mundo da música de maneira louvável, mantenado certa conexão com seu passado de Rei ;-). Visualmente falando nosso ex-rei sol mudou bastante, aderindo a um visual mais agressivo, cabeça raspada, barba por fazer, roupas mais sobrias, ficou com cara de cafageste (risos) de bad boy, mas um bad boy agradável, (rs). L'equilibre começa com Suite et Fin, suave como Là où Je Pars, doce, mas também intensa, já apresentando efeitos eletrônicos, essa música ficou bem cara de faixa 1, abrindo competentemente o disco, Adulte & Sexy é a próxima, sendo 1º single desse álbum define novos tempos para Emmanuel, sensualidade, sem vulgaridade demonstração de maturidade, cheia de brilho, própria para balada, mas cheia de conteúdo. Sans dire un mot é o próximo hit, bem arranjada, com uma batida agradável, melodia marcante e letra cheia de sentimento, a certeza da conexão com quem se quer, gostei muito, a seguir temos Mieux vaut toi que jamais, cheia a melodia, os arranjos bem feitos, mas não me agradaram, a letra é interessante, L'adversaire é outra faixa dansante, com algumas mecanizações bem colocadas, porém nada originais, com melodia marcante, e sua letra falando de aspectos negativos do ser humano, gostei! Dis-moi enore é outra faixa que não pode ficar sem comentário, gostei muito do início, e do encadeamento dos arranjos, realmente o eletrônico caio muito bem ao Manu, além da voz masculina bem marcada deu à essa música um 'q' de introspecção a meu ver, concordando com a letra. Promis, faixa 7 do disco, tem elementos dos anos 80, mas continua com cara de moderna, com uma letra bem criativa, falando de uma nova postura diante da vida, L'attraction oh lá, lá, melodia muito boa, envolvente, cativante, letras cheias de inspiração, somos sonhadores, atraídos uns pelos outros. Chegamos em Habillez-moi, sinceramente muito, muito boa essa música, animadinha, com batida bem dansante e marcante, nossa instigante! Ela segue a linha das demais músicas, um manu livre, com muitas caras e coisas a descobrir, aprovada! Sois tranquille, é a bola da vez, feita em homenagem a seu irmão gêmeo, falecido no início do ano de acidente de moto, triste, com um piano ao fundo que dá um toque fúnebre à música, bem pessoal essa temática, mas bem tocante, pensamos em nós mesmos, os entes queridos que podemos perder, "c'est la roue de la vie" (a roda da vida) e L'equilibre finda com Retour à la vie, mesclando afinação vocal e um violino revelador de um novo horizonte na vida de nosso artista. Este é L'equilibre, sinceramente um pouco do antigo, com roupagens bem diversificadas, realmente Manu você é fiel à denominação mercadológica , voltando às paradas com um disco inovador, Co-escrito por seu amigo Yann Guillon que deu um toque especial à essa produção. Um bom disco, realmente, cheio de novas sensações a serem descobertas. Querem saber mais sobre o Manu, vão nesses endereços aqui: http://izambard.wordpress.com/emmanuel-moire/(Blog de minha amiga Lizzie que é doida pelo Manu ;-) rs), Fórum Oficial do Emmanuel: http://emmanuel.forumactif.com/forum.htm, página oficial: www.emmanuelmoire.com/


PS: Quero dedicar esta postagem ao pessoal da Comunidade do Emmanuel Moire no Orkut, galera vocês são uma onda!!
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=24256723

PS: A capa desse disco, lembra a do disco Rodeo da Zazie, confiram ;-)

Link para o disco via e-mail ok? [:D

Vídeo da música Adulte & Sexy:


Natasha St Pier - Natasha St Pier 2008

Promissora figura da música quebequense de exportação para a França Natasha St pier nos conquista com mais um lançamento em sua galeria discográfica. E esse disco diferencia-se notoriamente dos demais, em especial por sua cara urbana, suas batidas eletrônicas, aspecto bem incomum se o comparamos a suas produções anteriores.
Muitas criticas negativas pude perceber em relação a este disco, li alguma coisa em outros sites, mas o escutei bem antes de publicar esta crítica e voto por dizer algo positivo, visto que gostei do disco, uma inusitada produção cheia de sentimento e emoção bem típicos de nossa artista, sem falar que essa cara nova renova a visão que temos da musica francófona muito agradável. Falando mais diretamente das faixas é possível notar já na 1ª, intitulada Embrasse-moi, a sensualidade da voz de nossa artista, que seguramente se mostra capaz de produzir algo mais dansante em co-produção Pascal Obispo e Lionel Florence, em seguida temos L'esprit de Famille, falando dos laços familiares, do sangue, desse elo importante com música, L'instinct de survie conta as dificuldades pessoais de sua familia, aspectos mais pessoais de sua vida, que ela superou com força de vontade, John, (Jonathan) e outra faixa nessa linha, que fala de seu irmão caçula, destaco outros títulos também interessantes com outras temáticas, como 1,2,3(single atual) o amor de criança que nada espera em troca , L'orient-express é outra que não passa batido, viciante eu diria, Où que jaille é outra faixa do disco que vale à pena, agradável, moderna e bem arrajada, nos conquistando de cara, até porque dispõe de melodia fácil, que realmente fixa na mente. Decididamente esse é um disco que inova sem perder a essência da Natasha porém o aspecto comercial agrada gera músicas não monótonas as demais fixam-se em um clima mais ameno agradando ainda sim, rumando para uma atmosfera mais próxima dos discos anteriores. Vale salientar que parte das músicas foi escritas por sua amiga Elodie Hesme, acho que isso deu um toque especial à cada uma delas. Mesmo com as críticas negativas à mudança, que julguei bem-vinda, Natasha não deixa a desejar, variétés este é seu nome minha jovem.
Deixo aqui minha insatisfação pelo descaso da mídia com os artistas francófonos como a Natasha que merecem bem mais do que sucesso regional. Natasha na web: www.natasha-stpier.com/
seguras para esse álbum.

Link para esse disco via e-mail ;-)


Embrasse-moi para vocês ouvirem

Message à tous/ Message for Everybody

Estamos de cara nova, espero que gostem!!! :-D


Pedidos de links para download dos discos via email

Si vous ne comprenez pas le portugais demandez-moi les liens pour téléchargement des disques, je comprends ;-)

If you don't understand the portuguese, ask me in english for the links to download the albuns

email:
mitzzrael@gmail.com

Musica Francófona © 2008. Blog design by Randomness